Às vezes, quando você está numa jornada muito difícil você se esquece da felicidade.
Pecado, lembre-se sempre!
A gente só se perdoa quando erra, se fere ou se destrói. E, mãe, eu não tenho porque me perdoar. Amigos, eu não tenho porque me julgar.
Pessoas, eu estou vivendo, estou sendo feliz. E eu devo o meu muito obrigado às minhas lágrimas, ao meu aperto no peito, à minha coragem.
Eu devo meu barco, bem construído e que suportou os mares revoltosos, aos meus amigos.
Eu devo, sobretudo, boas histórias e muitos risos.
A tempestade não passou, mas meu ventilador está ligado, pois no meu quarto, ela não entrará mais.
A amizade é aquele tipo de cachorro que lambe, morde, sorri, chora, mas não sai da sua porta. Nem que você esteja dormindo.
Uma ode aos bons, e sinceros, momentos da vida.
~~~~O post pelo aniversário do maravilhoso Filipe Couto ainda não foi feito e isso é uma vergonha!
Motivos de força maior, como sempre. O texto das palavras denotativas se perdeu na minha gaveta de textos e vou procurá-lo por esses dias...
Mesmo assim, fica-se registrado aqui que dia 22 de Maio, Filipe Couto fez aniversário e ele é, para mim, um poeta maravilhoso que falou uma coisa que bateu fundo no meu peito sobre meus textos. Alguém que nunca vou (e nem quero) esquecer.
Filipe, parabéns infinitos, milhões de beijos!
E uma rápida recuperação!

1 comentários:
Felipe Couto é simplesmente um cara inacreditavelmente CALVO...e um poeta também! ^^
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